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Economia Comportamental

Compreender a relação do indivíduo com o dinheiro. Seja ele pouco, suficiente ou em abundância. Este é o objetivo de uma disciplina em franca expansão: a Economia Comportamental. A base da teoria, lapidada pelo psicólogo Daniel Kahneman – Nobel de Economia em 2002 –, a partir de estudos realizados em parceria com Amós Tversky, também psicólogo, sustenta que a tomada de decisões econômicas muitas vezes tem origem emocional, não racional. Questionando assim, a teoria da racionalidade do consumidor.

A partir desse ponto foi necessário o reencontro interdisciplinar, da Economia com a Psicologia, para que novas portas fossem abertas.

Segundo pesquisas conduzidas por neurocientistas ficou evidente que o cérebro pode tratar o dinheiro da mesma forma que trata os alimentos, o sexo e a sede. No plano emocional obtê-lo pode significar saciar a fome. E mais, chegamos a pagar mais pela mesma coisa se pudermos usar o cartão de crédito, se estiver em promoção ou se a parcela a ser paga couber no nosso bolso.

Em face desse indivíduo em nada se parecer com o Homo economicus, um dos pilares da economia clássica, surgiu a ideia do desenvolvimento do protocolo de assistência integral, denominado Terapia Financeira, no âmbito do projeto Clínica de Economia Comportamental.

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Domingos W. Bisinotto

Me sinto suspeito para falar da qualidade dos trabalhos desenvolvidos pela C&P Consultores, já que sou amigo do seu principal executivo, José Eustáquio, há mais de 50 anos. Mas, a partir do conhecimento dos serviços que oferece e de comentários ouvidos com frequência, posso afirmar que o trabalho da C&P é de alta qualidade e a ética é o seu maior valor.